2004-01-04
Desnorte
Eu vagueio pela vida
Sem bússola de orientação.
Não tenho ponto de partida,
Nem bóia de salvação.
No mar calmo ou entre escolhos
Contra ventos e marés.
Faço eu as minhas escolhas,
Com a cabeça ou com os pés.
Por vezes pergunto à vida:
Porque me fazes isto a mim.
E a resposta é sempre a mesma:
És tu quem me faz assim.
Navego na cidade,
Trago três marinheiros,
Em busca de liberdade
Da fadiga prisioneiros.
Somos um pequeno bote
No meio de grande frota.
É o destino que me empurra,
Mas sou eu quem traça a rota.
Por vezes pergunto à vida:
Porque me fazes isto a mim.
E a resposta é sempre a mesma:
És tu quem me faz assim.
Pedro Farinha
Eu vagueio pela vida
Sem bússola de orientação.
Não tenho ponto de partida,
Nem bóia de salvação.
No mar calmo ou entre escolhos
Contra ventos e marés.
Faço eu as minhas escolhas,
Com a cabeça ou com os pés.
Por vezes pergunto à vida:
Porque me fazes isto a mim.
E a resposta é sempre a mesma:
És tu quem me faz assim.
Navego na cidade,
Trago três marinheiros,
Em busca de liberdade
Da fadiga prisioneiros.
Somos um pequeno bote
No meio de grande frota.
É o destino que me empurra,
Mas sou eu quem traça a rota.
Por vezes pergunto à vida:
Porque me fazes isto a mim.
E a resposta é sempre a mesma:
És tu quem me faz assim.
Pedro Farinha